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Monday, April 6, 2015

Que desafio!


Que desafio, filha minha!

Mas, pensa um bocadinho…recordas um dia em que te falei sobre registar, num bloco/diário/ou…, as «coisas boas» do teu dia? Num exercício diário positivo, realçando os pequenos nadas de que são feitos os nossos dias? – é sempre mais fácil falar das coisas más…daquilo que nos magoa e entristece.

Deixamos que a nuvem cubra a luminosidade, como dizes.

Tenho o meu pequeno livrinho ao lado da cama e, não todos os dias, nele registo os melhores momentos – uma palavra, um sorriso, um poema lido, uma conversa…O MELHOR DO MEU DIA.

Ontem, domingo de Páscoa, as saudades apertaram e fui ao teu quarto. Olhei a parede e sorri.

Estava ali o meu «ango»! – o primeiro que pintaste para me oferecer, ainda mal sabias escrever.

O anjo da mãe, disseste.

Foi um dos melhores momentos do meu dia. Reconfortante.

O teu (meu) anjo/ango faz-me companhia.

…e o dia esteve sempre luminoso.



Até breve

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